Glauco Arbix, presidente da Finep, disse que a instituição pretende dobrar o volume de crédito para pesquisa e desenvolvimento nas empresas até 2014.
A expectativa é desembolsar, em média, R$ 2 bilhões por ano no governo Dilma, demandando R$ 4 bilhões adicionais ao atual orçamento da Finep em quatro anos.
No ano ado, a execução de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) pela Finep alcançou R$ 3,1 bilhões, a maior parte para subvenções a pesquisas.
Os empréstimos para projetos de empresas somaram R$ 1,21 bilhão, dez vezes mais do que em 2002.
"A capitalização da Finep precisa continuar, duplicando a capacidade de crédito em quatro anos para duplicar o número de empresas que são apoiadas para inovar", disse Arbix.
Ele tomou posse nessa sexta-feira, 28, no cargo em cerimônia no Rio que teve a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante.
Segundo Arbix, o modelo para aumento da capitalização e dos aportes ainda não foi definido, mas a Finep já iniciou conversas com o Banco Central para encontrar uma forma de se transformar num banco de fomento de estatuto especial.
Glauco Arbix, presidente da Finep, disse que a instituição pretende dobrar o volume de crédito para pesquisa e desenvolvimento nas empresas até 2014. A expectativa é desembolsar, em média, R$ 2 bilhões por ano no governo Dilma, demandando R$ 4 bilhões adicionais ao atual orçamento da Finep em quatro anos. 1rf5r
28 de janeiro de 2011 - 16:20