
Daniela Souza.
A TV Cultura fechou a compra de sistemas de armazenamento e gerenciamento de dados da Quantum, em um projeto vendido pelo canal AD Digital, especializado na indústria de mídia e entretenimento.
Os produtos, somados a uma nova fitoteca de armazenamento em fitas LTO-6 e storage em disco, permitem à TV cultura um o mais rápido a arquivos compartilhados, com mais eficiência produtiva na digitalização, arquivamento e resgate do material.
A AD-Digital foi o terceiro maior parceiro Quantum na América Latina durante o ano fiscal de 2015 com crescimento de 400% em relação ao ano anterior.
“Quando falamos de conteúdo em vídeo produzido pela indústria de mídia e entretenimento, que requerem armazenamento e maior velocidade de processamento, a Quantum é uma grande aliada para a eficiência e produtividade no armazenamento e arquivo digital”, explica Daniela Souza, diretora executiva da AD Digital.
A Quantum é tradicionalmente forte no segmento de mídia, cuidando do armazenamentos de teras e teras de vídeos da Globostat – Fox, Netflix e Youtube são clientes nos Estados Unidos – uma demanda que só deve aumentar com a entrada do padrão 4k.
No entanto, a empresa vem incrementando sua operação no Brasil nos últimos anos, de olho nas possibilidades de negócio geradas pelo volume crescente de informações que diversas empresas precisam armazenar.
As mudanças começaram com a contratação, em 2012, de Samuel Baccin, ex-Oracle, para assumir o recém criado cargo de country manager da empresa no país. Desde então, o faturamento e base instalada aumentaram três vezes.
“As principais consultorias apontam uma alta de demanda por armazenagem em fita para os próximos anos”, afirma Baccin, fazendo menção a um dos carros chefes da Quantum, que domina 40% do mercado mundial de arquivamento em fita, no qual compete basicamente com IBM e HP.
A Quantum, no entanto, é um player de nicho comparada com gigantes como IBM e HP, tendo faturado US$ 690 milhões em 2013.